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A gaúcha Dell Anno
criou um modelo incomum de universidade
corporativa, em que os alunos pagam para
assistir às aulas -- e só participa quem
quer
Em dezembro, o paulista José Eduardo
Schneider deixou seu escritório em
Americana, no interior de São Paulo, e
viajou para Bento Gonçalves, no Rio Grande
do Sul. Um dos 80 franqueados da
fabricante de móveis gaúcha Dell Anno,
Schneider foi assistir às aulas finais de
um curso promovido pela universidade
corporativa criada pela empresa em maio do
ano passado.
Participar de um
compromisso como esse é relativamente
comum na vida de executivos -- hoje
existem pelo menos 120 universidades
corporativas no Brasil. A experiência de
Schneider, porém, tem uma particularidade:
o custo das aulas foi bancado por ele
mesmo -- e não pela empresa, como
normalmente acontece nessas instituições.
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